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O CRIME ORGANZADO, O PODER PÚBLICO E O FUTURO DE NOSSO PAÍS

ENVELHECER BEM É UMA BOA! – O ENVELHECER COM DIGNIDADE

Ações do Projeto de extensão MELHOR IDADE.

Professor Ms Francisco de Assis Batista da Silva

 

Envelhecer bem é saber lidar com sabedoria e serenidade com as circunstâncias da vida. Uma boa alternativa para encarar a velhice com bons olhos é aceitar-se, entender a vida como ela é e acatar os outros como na verdade são.

É verdade que, à medida que as pessoas envelhecem, ficam cada vez mais expostas a fatores de risco à saúde, a perdas de papéis, de posição social, perdas afetivas e de riscos que podem influenciar negativamente no seu bem-estar.

Nem por isso se pode dizer que velhice é sinônimo de doença, declínio generalizado e infelicidade. Ao contrário, pesquisas mostram que há possibilidades de envelhecer bem graças à ativação de recursos pessoais, educacionais, médicos e sociais, ativação essa que pode ser exercida pelas pessoas e pelas instituições sociais.

Vejamos um exemplo: se doenças somáticas crônicas que podem acompanhar o envelhecimento forem prevenidas e tratadas, haverá menos impacto negativo sobre a qualidade de vida objetiva e subjetiva e menos risco de impedimentos à funcionalidade física, mental, psicológica e social dos idosos.

Entendemos que o que buscam os cientistas/pesquisadores é ressaltar a idéia de que envelhecer bem depende da ativação dos recursos pessoais e da sociedade que permitem às pessoas adaptarem-se e sentirem-se bem diante das mudanças evolutivas dessa fase do curso de vida.

Nesse aspecto a FACESA proporcionou no sábado, 31 de março de 2007 , no horário entre 08h00 e 12h00 mais uma grande ação de sua Extensão Universitária MELHOR IDADE. Compareceram cerca de 100 idosos no CAMPUS de Valparaíso de Goiás, onde toda a equipe da Extensão os aguardava e colocaram em prática o planejamento, a saber:

  • Acolhida e palestra sobre Educação e Saúde: binômio indissociável no envelhecer bem! – Ministrada por Docentes (Professoras Cristilene, Lucy e Antonia Júlia) e Discentes do Curso de Enfermagem, Bacharelado;
  • Aferição de Pressão Arterial e Glicemia Capilar – Docentes/Discentes do curso de Enfermagem;
  • Exercícios de Relaxamento e Respiratórios com Docentes e Discentes do Curso de Fisioterapia, Bacharelado;
  • Salas de Danças: Ritmos variados, em ambientes distintos, com equipes dos cursos de Enfermagem e Fisioterapia da FACESA;
  • Sala de Projeção: Cinemateca;
  • Reeducação Alimentar: Lanche especialmente preparado, a base de frutas, sucos naturais, e outros elaborados pela nutricionista titular da cadeira de nutrição da FACESA.
  • Entrega de Folderes e cartazes sobre saúde e educação.

 

 

 

Desse modo a FACESA através de seu corpo acadêmico procura cumprir com seu papel social. É sabido que a expectativa de vida dos brasileiros vem numa crescente. Entretanto a saúde NÃO vem nessa mesma crescente.Talvez a explicação para esse aumento seja porque denotam desenvolvimento social.

Mas essas mudanças não podem ser denominadas de dramáticas e nem tampouco se pode atribuir a elas problemas dos sistemas previdenciário e de saúde. O problema é que o país não tem gerado investimentos para que toda a população, incluindo os idosos, viva com boa, uniforme e generalizada qualidade de atendimento às suas necessidades de saúde. Hoje há e, a julgar pelas estimativas econômicas e sociais do País, ainda haverá no futuro um enorme contingente de pessoas que envelhecem com condições precárias de saúde, sem informação e sem um mínimo de condições de acesso a oportunidades sociais.

Como esperar que tenham uma boa velhice, a não ser que possam contar com recursos pessoais, de sua família e de seus grupos mais próximos? – Bem, aí é que contextualizamos nossa ação empreendedora: ao elaborarmos essas ações de cunho EDUCACIONAL (diga-se de passagem, que o CERNE desse empreendimento é a EDUCAÇÃO), pois a saúde é subjacente àquela primeira, procuramos essencialmente contribuirmos para uma melhoria na saúde e na qualidade de vida desse grupo.

Ao propiciarmos um atendimento de qualidade para esses idosos estamos fazendo com que os mesmos aumentem sua estima pessoal, se inter-relacione com pessoas de outras famílias, outros credos, talvez outra classe social, mas que na essência são homens e mulheres apaixonados pela vida, pela fé e pela vontade de serem apenas FELIZES.

Então, seremos felizes todos nós: Professores, Acadêmicos, Funcionários e nossos queridos e diletos idosos que participam do Projeto de extensão MELHOR IDADE.

“Houve tempo em que eu considerava um homem de sessenta anos velho. Foi preciso chegar a ela para verificar quão jovens realmente somos, nesta idade!”. – Eno Teodoro Wanke.  

VEJAM AS FOTOS DO EVENTO.

 

 

 
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